quarta-feira, 9 de junho de 2010

CSI atrapalha investigações, diz ex-agente do FBI

Ah.. eu posso confessar que sou fã do seriado CSI. E um amigo postou esse link da Revista Galileu no Twitter e achei bem interessante compartilhar a realidade policial.....

CSI atrapalha investigações, diz ex-agente do FBI

terça-feira, 18 de maio de 2010

História das línguas indígenas

obs.. pô achei bem interessante a grande influência da lingua indígena no nosso dia-a-dia.....

O tupi era a língua indígena mais falada no tempo do descobrimento do Brasil, em 1500. Teve sua gramática estudada pelos padres jesuítas, que a registraram. Era também chamada de língua Brasílica. O padre José de Anchieta publicou uma gramática, em 1595, intitulada Arte de Gramática da Língua mais usada na Costa do Brasil. Em 1618, publicou-se o primeiro Catecismo na Língua Brasílica. Um manuscrito de 1621 contém o dicionário dos jesuítas, Vocabulário na Língua Brasílica. O tupi é considerado extinto hoje e deu origem a dois dialetos, considerados línguas independentes: a língua geral paulista e o nheengatú (língua geral amazônica). Esta última ainda é falada até hoje na Amazônia.

Nos primeiros tempos da colonização portuguesa no Brasil, a língua dos índios Tupinambá (tronco Tupi) era falada sobre uma enorme extensão ao longo da costa. Já no século 16, ela passou a ser aprendida pelos portugueses, que, de início, eram minoria diante da população indígena. Aos poucos, o uso dessa língua, chamada de Brasílica, intensificou-se e generalizou-se de tal forma que passou a ser falada por quase toda a população da colônia.

Em 1758, o Marquês de Pombal proibiu o uso da língua geral para favorecer o português. Nesta época, todos os habitantes da colônia falavam a língua geral, ou tupi, que deixou fortes influências no português falado no Brasil. No vocabulário popular brasileiro ainda hoje existem muitos nomes de coisas, lugares, animais, alimentos que vêm do tupi, o que leva muita gente a pensar que "a língua dos índios é (apenas) o tupi", como explica o professor e pesquisador de tupi da Universidade de São Paulo, Eduardo Navarro.

A língua geral amazônica ou Nheengatú desenvolveu-se no Maranhão e no Pará, a partir do Tupinambá, nos séculos 17 e 18. Até o século 19, ela foi veículo da catequese e da ação social e política portuguesa e brasileira.

Apesar de suas muitas transformações, o Nheengatú continua sendo falado nos dias de hoje, especialmente na bacia do rio Negro (rios Uaupés e Içana). Além de ser a língua materna da população cabocla, mantém o caráter de língua de comunicação entre índios e não-índios, ou entre índios de diferentes línguas. Constitui, ainda, um instrumento de afirmação étnica dos povos que perderam suas línguas, como os Baré e os Arapaço.

Língua original do Brasil

Padre José de Anchieta
Quadro de Antonio Firmino Monteiro
Delta Universal

O Padre José de Anchieta foi
o principal compilador do tupi

A língua tupi é aglutinante (uma frase é dita em uma palavra), não possui artigos, como o Latim e não flexiona em gênero e nem em número. Um bom exemplo do tupi é: Paranapiacaba = parana+epiaca+caba, mar+ver+lugar+onde. Ou, lugar de onde se vê o mar, a vila fica a 40km de São Paulo, bem na Serra do Mar e de lá se avista a Baixada Santista.

Por causa da obra do padre Anchieta, no final do século 16, com sua Arte de Gramática da Língua Mais Usada na Costa do Brasil e do jesuíta Luís Figueira, com a A Arte da Língua Brasílica, “o tupi é a língua indígena mais bem-documentada e preservada que temos”, diz o professor Eduardo Navarro, pesquisador da matéria na Universidade de São Paulo.

Ele afirma que o tupi é importante para se entender a cultura brasileira. “O brasileiro já nasce falando tupi, mesmo sem saber. O português falado em Portugal diferencia-se do nosso principalmente por causa das expressões em tupi que incorporamos. Essa incorporação é tão profunda que nem nos damos conta dela. Mas é isso o que faz a nossa identidade nacional. Depois do português, o tupi é a segunda língua a nomear lugares no País”.

A lista de nomes é extensa e continua aumentando. Há milhares de expressões, como:

  • Ficar com nhenhenhém – que quer dizer falando sem parar, pois nhe’eng é falar em tupi.
  • Chorar as pitangas – pitanga é vermelho em tupi; então, a expressão significa chorar lágrimas de sangue.
  • Cair um toró – tororó é jorro d’água em tupi, daí a música popular “Eu fui no Itororó, beber água e não achei”.
  • Ir para a cucuia - significa entrar em decadência, pois cucuia é decadência em tupi.
  • Velha coroca é velha resmungona – kuruk é resmungar em tupi.
  • Socar – soc é bater com mão fechada.
  • Peteca - vem de petec que é bater com a mão aberta.
  • Cutucar - espetar é cutuc.
  • Sapecar - é chamuscar é sapec, daí sapecar e sapeca.
  • Catapora – marca de fogo, tatá em tupi é fogo.


O significado de grande parte dos nomes de lugares só se sabe com o tupi. Como nomes de bairros da cidade de São Paulo.

  • Pari é canal em que os índios pescavam,
  • Mooca é casa de parentes,
  • Ibirapuera é árvore antiga,
  • Jabaquara é toca dos índios fugidos,
  • Mococa é casa de bocós – bocó é tupi.


Na fauna e flora brasileiras, o tupi aparece massivamente: tatu, tamanduá, jacaré. Até nas artes ele é encontrado – como o famoso quadro de Tarsila do Amaral, o Abaporu, que quer dizer antropófago (canibal) em tupi.

Segundo o professor Navarro, o tupi foi a língua mais falada do Brasil até o século 18 e foi a segunda língua oficial do Brasil junto com o português até o século 18. Só deixou de ser falado porque o Marquês de Pombal, em 1758, proibiu o ensino do tupi. O tupi antigo era conhecido até o século 16 como língua brasílica. No século 17, ele passou a ser chamado de língua geral, pois incorporou termos do português e das línguas africanas. Mas continuava sendo uma língua indígena, assim como é até hoje o guarani no Paraguai, falado por 95% da população. A dissolução do tupi foi rápida porque a perseguição foi muito violenta. Mesmo assim, até o século 19 ainda havia muitos falantes do tupi. Hoje, a língua geral só é falada no Amazonas, no alto Rio Negro – chama-se nhengatú e tem milhares de falantes entre os caboclos, índios e as populações ribeirinhas.

O professor Navarro conta que o nheengatú foi preservado na Amazônia porque lá a presença do Estado era mais fraca. “Na Amazônia, o português só se tornou língua dominante no final do século 19. Isso porque, em 1877, houve uma seca terrível no Nordeste, o que ocasionou a saída de 500 mil nordestinos da região, que foram para a Amazônia levando o português”.

Apesar do tupi ser uma língua morta, é também uma língua clássica, pois foi fundamental para a formação de uma civilização, assim como o foram o latim, o sânscrito e o grego, que é uma língua clássica ainda falada. O tupi foi fundamental também para a unidade política do Brasil. Havia outras línguas indígenas que não tinham relação com o tupi, como a dos índios Guaianazes e Goitacazes. Mas eram línguas regionais. O tupi evoluiu para outras línguas além da geral. No Xingu, há línguas que vêm do tupi antigo e são faladas até hoje.

O curso de tupi da Universidade de São Paulo (USP) foi fundado em 1935, pelo professor Plínio Airosa e é o único dessa língua em todo o Brasil. Tem duração de um ano e a procura é muito grande – em cada semestre há cerca de 200 alunos.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Shekinah.......

Salve... Blz ai ?
Pois é fim de semana muito agitado... sexta-feira festa de casamento com Mateus Jorente e Banda....(galera de mococa muito gente boa).

Já no 25 de abril, Domingo fui pra Mococa participar e trabalhar no Shekinah VI.
Evento que contou com shows MARAVILHOSOS;
- Rosa de Saron
- Dunga
- Diego Fernandes
- Adoração e Vida
- Nando Mendes
- Canal da Graça
- Marilia Melo

O local foi a EXPOAM saída para Arceburgo.
Como fiz toda a produção de áudio para o evento, fiquei com um estande no local em conjunto com o www.estudiomani.com.br do Thiagão da banda Na Ideia (que fez o tema de fim de ano da 88).

Esteve tudo muito bom.. nosso estande bombou na festa.. em breve muitas fotos pra todos conferirem o auê....

www.shekinahmococa.com.br


Valeu bj, abraço.. Fui Tchau Tchau...

sábado, 24 de abril de 2010

Happy Birthday Hubble

Na minha infancia e pré adolescencia, peguei emprestado de um amigo um jogo de lentes de aumento, lunetas, versões bem menores de telescópios. Eu ficava fascinado contemplando a lua e as estrelas, nas noites frias do norte do estado do Paraná.

Cheguei na rádio hoje e ao acessar o site google, me deparei com uma arte no logo com um satélite. Ao clicar tive essas incríveis informações que passo à seguir:

Hoje, 24 de abril de 2010, o Telescópio Espacial Hubble (Hubble Space Telescope) completa 20 anos de atividade. Sua principal finalidade é fotografar o espaço. Duas décadas depois ele continua na ativa. O Hubble foi lançado pela Nasa e pela Agência Espacial Européia (ESA) cinco anos depois do programado. Motivo: a morte de sete astronautas da Challenger. O telescópio tem 13 metros de altura por 4 de diâmetro e pesa 11 toneladas.

No começo, as imagens enviadas pelo telescópio Hubble não eram nitidas. Um defeito de polimento no espelho principal deixava as imagens desfocadas. Foi necessário a presença dos astronautas Jeffrey Hoffmann e Story Musgrave, em 1993, para os reparos.

O Hubble registrou mais de 30 mil objetos e tirou meio milhão de fotos. Em 1994, fotografou os fragmentos da colisão entre o cometa Shoemaker-Levy e Júpiter e foi responsável por determinar a idade do Universo, estrelas, explosões de raios gama, e várias galáxias e buracos negros. Uma contribuição relevante do telescópio - conhecida como Lei de Hubble -, foi determinar que o Universo está continua expansão.

O Hubble já tem um sucessor, o James Webb Space Telescope - nome do administrador da NASA, James Edwin Webb. Hubble deve funcionar por mais cinco anos e quando for desativado cairá no oceano.

Imagem reconstruída da Nebulosa Águia feita pelo HST
Em Abril de 1995, o Telescópio Espacial Hubble tirou esta fotografia do centro da nebulosa Águia. Esta é uma das mais famosas imagens feitas pelo Telescópio Espacial Hubble. Ela revela grandes colunas de hidrogênio com a extensão de vários anos-luz.


O Telescópio que peguei emprestado .....kkkkkkk

Valeu Galera bjs abraços fui.. tchau tchau...

quarta-feira, 21 de abril de 2010

As Alices de papel: conheça as principais versões da história

Um dos livros mais famosos da história está para se tornar um dos filmes mais vistos da década. "Alice no País das Maravilhas", dirigido por Tim Burton e estrelado por Johnny Depp e pela desconhecida Mia Wasikowska, revisita o clássico do escritor Lewis Carroll e reaviva imagens que fazem parte do imaginário popular há mais de um século.

Mesmo aqueles que nunca seguraram um exemplar da obra conhecem personagens como o Chapeleiro Maluco e a Rainha de Copas, ou ao menos já ouviram falar da festa louca do chá. "O filme da Walt Disney foi o grande responsável pela divulgação da história", afirma Adriana Peliano, presidente da Sociedade Lewis Carroll do Brasil.

"Porém, ao mesmo tempo em que ajuda a revelar a obra, ele oculta muitas coisas, pois se trata da Alice da Disney, que tem muitas diferenças se comparada a Alice de Lewis Carroll", complementa.

Agora, com o lançamento e popularização da versão de Burton, é provável que muitos fãs se interessem em conhecer o livro que deu origem a esta e outras dezenas de adaptações cinematográficas.

Com isso em mente separamos nove edições nacionais que atendem aos mais variados públicos, dos leitores mirins até os mais curiosos, passando, é claro, pelos puristas que não abrem mão de aproximar-se ao máximo do texto original de Lewis Carroll.

Alice para os pequenos

Reprodução

Alice ilustrada por Tony Ross

Apesar de ter sido escrito para o público infantil, "Alice no País das Maravilhas" foi despertando o interesse dos adultos e seu texto original, escrito há mais de um século, tornou-se muito complicado para as novas gerações de leitores.

Por ter vivido esse sentimento de estranhamento na infância, o autor britânico Tony Ross resolveu condensar os dois livros de Alice, "As Aventuras de Alice no País das Maravilhas" e "Do Outro Lado Do Espelho" (ambos da Martins Fontes), encurtando e atualizando os textos de Lewis Carroll, além de criar novas ilustrações para a história.

O trabalho de Ross flui bem e suas ilustrações, apesar de simples, casam com a proposta de "apressar" a história, mas sem deixá-la perder seus sentidos originais.

Outra tentativa de traduzir o universo de Alice para o público infantil é "Alice no País das Maravilhas" (Companhia das Letrinhas), que traz a famosa história contada pelo jornalista e escritor Ruy Castro, autor de "Carmen: Uma Biografia" (Companhia das Letras).

Reprodução

Alice no traço de Mariana Newlands

Com um texto curto e ilustrações grandes, a obra é a que melhor atende crianças de até oito anos. Castro se ateve aos eventos principais e montou uma história rápida, fator importante para prender a atenção de uma geração tida como imediatista.

Para aqueles que já passaram dos dez anos e caminham para a pré-adolescência, "Aventuras de Alice no País das Maravilhas" (Objetiva) conta a história de Carroll com o mesmo volume de páginas que o texto original, mas procurando melhorar a fluidez da história em sua tradução.

Além do tratamento dado ao texto, que teve a liberdade do uso de palavras em caixa alta, as ilustrações de Mariana Newlands mostram uma Alice de visual descolado, usando tênis e saia estampada - e quase sempre em imagens onde a cor reinante é a laranja.

Alice para os puristas

Reprodução

A Alice recortada de Luiz Zerbine

Da mesma forma que o mercado editorial abriu espaço para versões indicadas aos mais jovens, aqueles que buscam por publicações próximas ao modelo original não terão dificuldades em encontrar tais edições.

Lançado como "Alice - Aventuras de Alice no País das Maravilhas & Através do Espelho e o Que Alice Encontrou Por Lá" (Zahar), o livro traduzido por Maria Luiza X. de A. Borges mantém-se o mais fiel possível ao original britânico, utilizando inclusive as ilustrações de John Tenniel, publicadas originalmente em 1865.

Apesar da capa dura, a publicação tem formato pequeno e não pesa muito, sendo ideal para aqueles que gostam de ler durante viagens de ônibus, metrô ou avião.

A edição de "Alice no País das Maravilhas" (Cosac Naify) com tradução do historiador Nicolau Sevcenko também segue a mesma linha, mas se permite criar equivalências com a nossa cultura, transformando a poesia "Está velho, Pai William" em "Estás velho, seu Zé".

Reprodução

A Alice leve de Helen Oxenbury

Ainda contrariando a edição citada anteriormente, essa publicação inova ao contar com ilustrações do artista Luiz Zerbini, que usa e busa do recorte de cartas de baralho de sua coleção pessoal, proporcionando imagens belas e curiosas.

Para os leitores que buscam uma edição com o texto próximo ao clássico, porém formato avantajado e ilustrações leves, a indicação é a caixa "Alice no País das Maravilhas & Através do Espelho" (Salamandra).

A tradução de Maria Luiza Newlands Silveira não foge muito ao original, mas opta por soluções leves, acompanhando o ritmo gráfico do livro, que conta com imagens limpas de Helen Oxenbury, cuja Alice, apesar de atualizada, mantém referências da adaptação da Disney - cabelos longos louros e vestidinho azul.

Alice para os curiosos

Reprodução

Alice em versão nordestina

Se a ideia é fugir do casual, duas edições brincam de maneiras diferentes com o clássico de Lewis Carroll. Em "Alice no País das Maravilhas em Cordel" (Nova Alexandria), o autor João Gomes de Sá mistura o universo do escritor britânico com características do Nordeste brasileiro.

Nele, a pequena Alice não cai num poço, mas numa cacimba encantada, o Gato de Cheshire tem o talento de um verdadeiro repentista e o Chapeleiro Maluco usa um chapéu semelhante ao do famoso cangaceiro Lampião.

A obra teve o cuidado de explicar em suas primeiras páginas a origem da história original e de seu autor, além de esclarecer as opções de Gomes de Sá ao transcrever aquela "Alice" para uma versão em cordel.

Já "Alice no País das Maravilhas" (Ciranda Cultural) é na verdade uma grande brincadeira visual em torno da história de Carroll. As belas ilustrações do croata Zdenko Basic, que mesclam efeitos de computador com fotografias distorcidas, são um verdadeiro banquete para os olhos, em que o leitor não apenas lê, mas também brinca enquanto a aventura avança.

Reprodução

Alice do croata Zdenko Basic

Entre as brincadeiras propostas pela autora Harriet Castor estão abrir portas, esticar a jovem Alice e conhecer o País das Maravilhas por meio de pistas e conselhos, como aquele que explica qual a melhor maneira de sobreviver a um chá maluco.

Ambos os livros desta categoria são indicados para entusiastas de qualquer idade.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Domingão no Tuning Fest 7ª Edição......

Dia 11/04 Estive apresentando no pátio do Tartarugão aqui em São José do Rio Pardo o Tuning Fest 7º organizado pelo Ed-Som e Equipe Tuning Rio Pardo. Parabéns aos organizadores, patrocinadores e público presentes!!!


Paulinho da Elvis Bolsas, Eu e o Fejão....

Com os organizadores Edson e Japa.....



Ranger com 10.000 Wats RMS de Som . Galera de Poços. Enigma's Som.....

Que ano que vem tenha muito mais.....

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Nesta segunda-feira rolei um som do Dire Straits "Lady Whiter" e pesquisando sobre ela, descobri que foi lançada em 1979 num Compato. Comentei isso no ar com os ouvintes e pensei. Puxa tem muita gente que nunca viu , ou nunca teve em mãos ou até mesmo, nem ouviu falar em um.

Resolvi trazer nesta postagem da semana uns dados sobre o Compacto, Lp (Vinil):


Disco compacto - um disco do tipo long play, mas de menor duração. Assemelha-se à noção de EPs e singles.
Compacto duplo: disco com mais de 3 minutos de gravação de cada lado, apresentando geralmente duas músicas por face.
Compacto simples: um disco compacto com cerca de 3 minutos de gravação de cada face, e uma só música de cada lado.

O disco de vinil, conhecido simplesmente como vinil, ou ainda Long Play (LP) é uma mídia desenvolvida no início da década de 1950 para a reprodução musical, que usava um material plástico chamado vinil.

Trata-se um disco de material plástico (normalmente cloreto de polivinila, ou PVC), usualmente de cor preta, que registra informações de áudio, as quais podem ser reproduzidas através de um toca-discos. O disco de vinil possui micro-sulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. Trata-se de uma gravação analógica, mecânica. Esses sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar. Essa vibração é transformada em sinal elétrico. Este sinal elétrico é posteriormente amplificado e transformado em som audível (música).

O vinil é um tipo de plástico muito delicado e qualquer arranhão pode tornar-se uma falha, a comprometer a qualidade sonora. Os discos precisam constantemente ser limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de proteção (conhecidas, vulgarmente, como capa de dentro e de fora). A poeira é um dos piores inimigos do vinil, pois funciona como um abrasivo, a danificar tanto o disco como a agulha.




Durante o seu apogeu, os discos de vinil foram produzidos sob diferentes formatos:

LP: abreviatura do inglês Long Play (conhecido na indústria como, Twelve inches--- ou, "12 polegadas" (em português) ). Disco com 31 cm de diametro que era tocado a 33 1/3 rotações por minuto. A sua capacidade normal era de cerca de 20 minutos por lado. O formato LP era utilizado, usualmente, para a comercialização de álbuns completos. Nota-se a diferença entre as primeiras gerações dos LP que foram gravadas a 78 RPM (rotações por minuto).
EP: abreviatura do inglês Extended Play. Disco com 17 cm de diametro e que era tocado, normalmente, a 45 RPM. A sua capacidade normal era de cerca de 8 minutos por lado. O EP normalmente continha em torno de quatro faixas.
Single ou compacto simples: abreviatura do inglês Single Play (também conhecido como, seven inches---ou, "7 polegadas" (em português) ); ou como compacto simples. Disco com 17 cm de diâmetro, tocado usualmente a 45 RPM (no Brasil, a 33 1/3 RPM). A sua capacidade normal rondava os 4 minutos por lado. O single era geralmente empregado para a difusão das músicas de trabalho de um álbum completo a ser posteriormente lançado .
Máxi: abreviatura do inglês Maxi Single. Disco com 31 cm de diâmetro e que era tocado a 45 RPM. A sua capacidade era de cerca de 12 minutos por lado.



Valeu... bjs abracos fui tchau tchau....